09/12/2009
A Tua Vontade
"Toma-me pela mão.
Guia-me em Teu caminho.
Ensina-me a fazer a Tua a Vontade.
Ilumina os meus passos.
Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra.
Só tenho Paz em Ti, seguro estou em Ti.
No Teu querer encontro a razão do meu existir.
A Tua Vontade é boa, perfeita e agradável." | A Tua Vontade | DT 12
_essa música tem consumido meus dias.
Desde que entrei no Inverno há alguns meses, muitas coisas mudaram em mim. Passei por momentos bem complicados em que me vi completamente sozinho, sem ninguém que pudesse me ajudar, que pudesse ser apoio. Até porque quem eu pensei que estaria comigo, me abandonou quando o barco pareceu afundar _e afundou! E quando eu pensei que não restaria pedra sobre pedra na minha vida em relação a tantas coisas, foi que eu me apeguei ainda mais nas convicções que até outrora eu questionei. Porém, reconheço que foram estes valores, este Deus, este apêgo _essas pessoas, essas risadas, esses textos, estes amigos verdadeiros_ que me fizeram chegar até aqui.
Para quem quis largar tudo, aos 21 anos formado em jornalismo, brilhante, hoje vive o que a canção contempla: que a Vontade d'Aquele que me criou é Boa, Perfeita e Agradável. Essa música recém gravada no 12° cd do Diante do Trono é a verdade que grita _melhor, que toca_ para quem quiser ouvir que eu cumpri essa vontade.
E quando eu pensei que estava vivendo dias maus _e vivi_, na verdade era a Boa Vontade do Senhor que me sustentou.
E quando eu pensei que estava vivendo sendo vítima da imperfeição dos sentimentos alheios e humanos _ e fui vítima_, na verdade era a Perfeita Vontade do Senhor que me fez avançar contra o ódio, a indiferença, a raiva, o desprezo, o desamor.
E quando pensei em querer fugir da dor e do desagradável teor e sabor de derrota que estava em minha boca _e provei deste cálice_, era a mais agradável Vontade d'Ele que me ensinou, me moldou e me ressurgiu.
Em nossos dias, na Primavera da alma, se naõ fosse por Ele ter me tomado pela mão naqueles dias, ter me endireitado o caminho, me ensinado e não temer as más notícias e iluminado os meus passos, com certeza não estaria preparado para saber que amores vêm e vão; que passam. E corações que foram meus, estão sendo guardados por outros. E saber disso hoje não me afeta mais.
Por tudo isso, relembro de amigos mais chegados que irmãos e vejo quanta bobeira eu fiz, quanta picuinha tola e recomeço ainda mais forte, afirmo ainda mais alianças de amor e verdadeira cumplicidade.
E mais: Eu não saberia viver sem o grande Amor da minha vida que me ensina tão sutilmente, tão no meio do furação e que depois nos mostra o quanto é importante a minha total dependência à Sua Vontade.
Porque sempre será Bom, Perfeito e Agradável por mais louco que me pareça. Por mais doloroso que me seja. Por mais insolúvel que seja.
É e sempre será Bom, Perfeito e Agradável.
"...no Teu querer encontro a razão do meu existir."
L.
02/12/2009
Game Over
| "Nunca me deixes esquecer que tudo o que eu tenho,
tudo o que sou e o que eu VIER a ser,
Vem de Ti, Senhor." |
| Ana Paula Valadão | DT5 |

Quando eu sai do colégio, eu não tinha noção do que era fazer uma faculdade.
Porém, eu já sabia que queria ser jornalista. Tentei, passei e cursei.
E ontem foi o último dia de aula. Essa data era tão distante quando entrei há 4 anos. E no meio do curso, parecia que iria demorar uma eternidade a faculdade toda.
Foi um tempo difícil: estudei muito. Mas tudo valeu a pena: cada dia, cada livro lido, cada apostila lida _ou não!_, cada aula que terminava tarde _ou que cabulava mesmo_, cada pessoa que conheci, cada texto que escrevi; cada experiência que vivi.
Foram sim os melhores 4 anos da minha vida até aqui.
Tive apuros? Muitos. Aliás, trabalhar e estudar não é fácil. E quantas pessoas, porém, não passam por isso? Milhares, no mínimo. Mas, à cada passo e à cada sinal que eu dava, eu sabia que esse era mesmo o caminho que eu queria para a minha vida: lidar com notícia, com informação... e nem tanto assim: pode agora ser uma assessoria de imprensa, relações públicas... rsrs..

Foi muito bom conhecer cada pessoa que conheci. Conviver com amigos, colegas e nem tão colegas assim. Conhecer professores que somaram e muito ao meu caráter, à minha vida e tudo o que, de certa maneira, a compõe. Aprendi a lidar com os defeitos dos outros de forma muito mais intensa. E também aprendi a me comportar direito _mentira, tá boa!_e , também, a me conhecer melhor neste período: como fraquezas, foças, seguranças... inseguranças.
Lidei comigo mesmo e com as pessoas. Fiz amigos muito _e muito!_ mais chegados que irmãos. Pessoas que marcaram a minha história de vida tão pequena. E que desejo, por toda a eternidade, a continuar ao lado, sendo parte, sendo personagem dessas histórias também.
Entretanto, sair da faculdade sem falar com a Dani não é legal. Mas foi uma escolha, né? Fazer o quê. Como ela mesmo disse, a vida é assim mesmo. E não ver nenhuma possibilidade de retorno me frustrou ao descer os últimos degraus da faculdade. Nada que não seja superado com o tempo, acho.
Porque de todas as lembranças, as dela são as mais vivas, intensas e gostosas que eu tenho.

Valeu a pena. Tudo nestes 4 anos da minha vida valeu a pena.
Enfim, JORNALISTA.
Graças a Deus por isso.
_foto'1: início, em 2006;
_foto'2: meados de 2008;
_foto'3: término, 01/12/2009.
L.
tudo o que sou e o que eu VIER a ser,
Vem de Ti, Senhor." |
| Ana Paula Valadão | DT5 |

Quando eu sai do colégio, eu não tinha noção do que era fazer uma faculdade.
Porém, eu já sabia que queria ser jornalista. Tentei, passei e cursei.
E ontem foi o último dia de aula. Essa data era tão distante quando entrei há 4 anos. E no meio do curso, parecia que iria demorar uma eternidade a faculdade toda.
Foi um tempo difícil: estudei muito. Mas tudo valeu a pena: cada dia, cada livro lido, cada apostila lida _ou não!_, cada aula que terminava tarde _ou que cabulava mesmo_, cada pessoa que conheci, cada texto que escrevi; cada experiência que vivi.
Foram sim os melhores 4 anos da minha vida até aqui.
Tive apuros? Muitos. Aliás, trabalhar e estudar não é fácil. E quantas pessoas, porém, não passam por isso? Milhares, no mínimo. Mas, à cada passo e à cada sinal que eu dava, eu sabia que esse era mesmo o caminho que eu queria para a minha vida: lidar com notícia, com informação... e nem tanto assim: pode agora ser uma assessoria de imprensa, relações públicas... rsrs..

Foi muito bom conhecer cada pessoa que conheci. Conviver com amigos, colegas e nem tão colegas assim. Conhecer professores que somaram e muito ao meu caráter, à minha vida e tudo o que, de certa maneira, a compõe. Aprendi a lidar com os defeitos dos outros de forma muito mais intensa. E também aprendi a me comportar direito _mentira, tá boa!_e , também, a me conhecer melhor neste período: como fraquezas, foças, seguranças... inseguranças.
Lidei comigo mesmo e com as pessoas. Fiz amigos muito _e muito!_ mais chegados que irmãos. Pessoas que marcaram a minha história de vida tão pequena. E que desejo, por toda a eternidade, a continuar ao lado, sendo parte, sendo personagem dessas histórias também.
Entretanto, sair da faculdade sem falar com a Dani não é legal. Mas foi uma escolha, né? Fazer o quê. Como ela mesmo disse, a vida é assim mesmo. E não ver nenhuma possibilidade de retorno me frustrou ao descer os últimos degraus da faculdade. Nada que não seja superado com o tempo, acho.
Porque de todas as lembranças, as dela são as mais vivas, intensas e gostosas que eu tenho.

Valeu a pena. Tudo nestes 4 anos da minha vida valeu a pena.
Enfim, JORNALISTA.
Graças a Deus por isso.
_foto'1: início, em 2006;
_foto'2: meados de 2008;
_foto'3: término, 01/12/2009.
L.
29/11/2009
As marcas do Amor

| "Meu coração começa a se lembrar daquilo que renova a Esperança..." |
| Ana Paula Valadão | DT7 |
No último sábado, provei do que é ser marcado pela misericórida, graça e pelo o Amor de Deus. Foi a apresentação final do Projeto Experimental de Jornalismo, PREX, na Universidade Paulista. Ali, sendo julgado pela banca de professores e coordenadores que me acompanharam durante os quatro anos de faculdade, percebi o quanto o Senhor me ajudou até aqui; e fui reconhecido por isso.
Apresentei, ao lado da Karina, minha dupla de projeto, o livro-reportagem "Além do Giz". Motivo pelo qual me isentei do BudugoLand nestes últimos 4 meses. Foi um trabalho árduo, difícil, porém maravilhoso. Escrever um livro não é fácil. Ainda mais um livro-reportagem que conta história de vidas de alunos das escolas públicas de São Paulo. Fomos, então, analisados pelos professores e recebemos uma boa nota. Um mini-dez, como brinco.
Deus foi bom. Deus é BOM! Nos ajudou na apresentação, mesmo com diversos impecilhos, problemas _com as pessoas, comigo e com diversas situações_, e falta de tempo, fomos contemplados e honrados pelo bom trabalho que executamos: tanto no conteúdo do livro, quanto no projeto gráfico profissional que ele tem.
Fiquei muito, muito, muito contente. E tirar um 9.0 com louvor, saber da possibilidade de uma publicação, ouvir de um professor que é uma relíquia de conhecimento e sabedoria viva _Perillo!_ que o nosso trabalho ficou primoroso e maravilhoso, não é para qualquer um de coraçãozinho fraco _como eu, no caso. (rs)
Vi também, ao lado de grandes amigos, outros grupos de projeto apresentarem seus livros e recebrem notas máximas. Vi várias pessoas chorando depois de ouvir o quanto o seu trabalho é digno. E digno de ser publicado. Dar apoio à uma aluna excepcional _Djanira!_ só porque ela merecia, não tem preço. Não teve preço assistí-los, reverenciá-los...
Porque mesmo com pessoas indo embora de nossas vidas (post anterior) de maneira tão ridícula, Deus sempre vem e nos dá a graça de renovar a nossa Esperança com tantas outras maneiras, jeitos e formas que só Ele sabe fazer.
O meu sentimento com tudo isso, além já da esfera saudosista que paira no ar da turma de 2009 de jornalismo na Unip? Bem...
MUITO OBRIGADO!
Principalmente a Ele.
Leandro Budugo | 29/11/2009
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